02º – Huna – Um Método Eficaz nas Práticas de Cura

02º – Huna – Um Método Eficaz nas Práticas de Cura

“Huna – Um Método Eficaz nas Práticas de Cura”

Porto Alegre, uma lembrança dos meus bisavós, família Quinte (Kivint), procentes da Látvia, residiam próximos ao Guaíba (1890), e dos bisavós Lopes y Guarnido, dos quais havia o tio avô com a casa de calçados Lopes, nessa cidade. 

(continuação)

Assim podemos encontrar pessoas em diferentes níveis de auto-hipnose, algumas mantendo o consciente ativo e com as alterações energéticas do subconsciente sob seu controle, com perfeita integração consciente-subconsciente; outras simplesmente se mantêm em estado mental passivo e de alta sugestibilidade, e estas constituem a maioria; outras mais entram em estados alterados de consciência, sem consciência aparente de suas ações, que passam a ser regidas pelos impulsos do aspecto subconsciente da consciência.

Usando os termos do conhecimento da Huna, algumas pessoas mantêm o Uhane (consciente, ou, eu médio) integrado com o Unihipili (subconsciente, ou, eu básico), direcionando a energia do eu base de modo consciente. Nestas condições, estando em um nível de auto-hipnose mais leve, podem ter um desenvolvido Talento da Visão, tendo facilidade de captação do conteúdo de outros cérebros de modo subjetivo, por imagens, ou, por pensamentos.

Podemos também considerar como talento da Visão, saber conotar as diferentes idéias e pensamentos e ter percepções claras do conjunto, com uma visão global, clara e coerente, da essência que há no conjunto de informações correlatas e procedentes de diferentes fontes e sob os diferentes rótulos e perspectivas.

Outras pessoas em nível mais profundo de introspecção consciente podem fazer a transferência de energia para enfermos, ajudando a que eles se recuperem se assim o desejarem (permissão).

Como aparentemente apenas 3% das pessoas nascem e se desenvolvem com a habilidade de visão e ou com habilidade de transferência de energia, as demais poderão testar o seu potencial neurológico e a capacidade de desenvolver as mesmas habilidades, desde que, sinceramente, desejem ser treinadas para tanto.

O treinamento exige prática de introspecção com meditação dinâmica, incluindo visualização e imaginação controladas. Esses exercícios proporcionam facilitação neurológica para todo tipo de trabalho introspectivo que seja desejado no futuro.

Todo treinamento dirigido a um grupo interessado, exige a existência de um método, que possa ser aplicado de um modo geral em pessoas normais e é condição para sucesso do treinamento que as pessoas consideradas normais, se apresentem, na média, com possibilidade de desenvolver capacidade de concentração e com um potencial para desenvolver novos circuitos neurológicos, o que é devido à fatores genéticos e que poderá ser evidenciado pelos resultados da disciplina.

Se a pessoa tem a parte física favorável, devemos considerar como obstáculos as dificuldades causadas pelas barreiras psicológicas, devidas a impactos emocionais com sugestões, recebidos no decorrer da existência. Estes alteram resultados e até impedem algumas pessoas de ultrapassar os filtros, formados pelos preconceitos gravados no subconsciente (unihipili). Dificultam que o consciente atinja o superconsciente (aumakua) para integração dos três eus, ou melhor, impedem a pessoa de ser uma consciência integrada nos seus três aspectos.

A integridade de uma consciência, integrada pela efetiva ação conjunta de seus três eus, poderia ser a esperada “salvação” da personalidade de alma, útil nesta vida pelo entendimento do que é o lado espiritual e do que, na realidade, é o reino dos céus. Ainda, segundo Jesus: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” de crenças inócuas, e de eficácia discutível para uma possível vida em outra dimensão, na dimensão além do plano material (O meu reino não é deste mundo – JC).

Somente uma consciência íntegra e integrada em seus três aspectos pode permanecer como individualidade depois da morte física, e não ser “um sepulcro caiado” enquanto vivo e um “espírito” perdido para a eternidade.

A psicofilosofia da Huna pode explicar normas e preceitos a serem obedecidos neste plano da existência e é um dos caminhos mais simples a ser trilhado, mas não é uma metodologia.

 “Huna – Um Método Eficaz nas Práticas de Cura”

Assim sendo, os princípios da Huna são naturalmente eficazes aos 3% que nascem com potencial neurológico e que aprendem a atuar com ações psíquicas desde a infância e a juventude. Por essa razão os Kahunas eram uns poucos em relação à população. Para aqueles que não foram treinados precocemente, os preconceitos estabelecidos depois de adultos, bem como o desequilíbrio causado na consciência pelas ações inadequadas, oferecem barreiras psicológicas a serem vencidas.

A psicofilosofia da Huna não é uma metodologia, mas oferece os conceitos, preceitos e condições para que o adepto se esclareça a respeito das condições psicológicas necessárias para obter os resultados desejados.

(continua)

 

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP. 1955.

 

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