Evolução da Consciência Humana II

Evolução da Consciência Humana II

Evolução da Consciência Humana II

(01/12/2010)

Se considerarmos as ideias e os feitos de Inhotep (Hermes Trimegisto) há 2.800 a. C. dá para perceber, que ocorreu uma involução da Consciência Humana como um Todo, pois com a Invasão do Egito pelas tropas Assírias, uma Horda de Eus Básicos (Homens Naturais) destruíram tudo o que se poderia considerar civilizado nessa área. A inversão da situação se deu quando Alexandre o Grande baniu os Assírios do Egito, proporcionando uma era de progresso no tempo da Dinastia dos Ptolomeu, mas sem o brilho dos tempos anteriores.

Se considerarmos os indícios de que Melquisedeque a 2.700 a. C. tinha um conhecimento, que se não era equivalente, ao menos se aproximava daquele conhecido como sendo de Hermes Trimegisto, por estarem registrados com hieróglifos e figuras a 2.800 a. C., além do registrado pelos gregos.

Se também considerarmos que Melquisedeque deixou seus conhecimentos aos seus discípulos, os quais fundaram a Ordem de Melquisedeque, muito do que se sabe hoje a respeito de que “O Poder Vem de Dentro”, ficou patente pelas ações psíquicas do homem chamado Jesus o Cristo, denominado pelas Escrituras Sagradas como sendo o Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque.

Este raciocínio tem base em que a Bíblia esteja correta ao indicar por várias vezes em Hebreus que, o Senhor Jesus, era o Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque. Ninguém, como homem nascido de mulher, chega a Sumo Sacerdote de uma Ordem, como Sistema Organizado, sem antes passar por neófito, discípulo e então subir na hierarquia que se baseava no conhecimento que decorre das experiências psíquicas subjetivas que produzam efeitos objetivos.

A eficácia era e ainda é a medida da verdade. O fato de que A Bíblia Canônica omite onde o Senhor Jesus esteve dos doze anos até os trinta anos de idade, nos autoriza a fazer reflexões baseadas em dados da própria Bíblia e ligar com outros dados históricos e suas revelações grafadas em rochas e em papiros.

Um é o discurso da lógica puramente abstrata, costumeiro em Sistemas Organizados que Sustentam Hierarquias, e outro é o resultado de experimentos que possam ligar a teorização à realidade. Este fato é constatável nos primórdios do Cristianismo.

Basta ler com cuidado e, sem esforço perceber nas entrelinhas, que o autor de Hebreus no Capítulo 6 chama a atenção dos adeptos frequentadores de igrejas e suas lideranças, para a sua imprópria acomodação em discursos e rituais, deixando de lado as práticas que mostram que O Poder Vem de Dentro e que, A Eficácia é a Medida da Verdade.

Isto mostra que na época em que foi escrito o Livro de Hebreus, a dialética socrática já fazia os seus efeitos. Aqueles que evoluíam a Consciência, desenvolvendo o Eu Médio, falador e fraco, eram dependentes do Banco de Memória com seus dados e informações para se exercitar na elaboração de raciocínios coerentes e razoáveis.

Um passo maior que esse é usar o Bom Senso, para discernir o que é provável e provado, do que seja pouco provável e mesmo improvável, o que nos pode livrar da retórica oca dos demagogos políticos sociais e religiosos.

Muita coisa muda com o tempo, mas há muita coisa que não mudou nada em 2.000 anos. A esse respeito temos na Primeira Epístola de Paulo aos de Corinto, no Capítulo 2, uma forte assertiva no versículo 4, e os demais até o final para reflexão mais demorada, tendo por base o que se pode obter objetivamente, quando se experimenta subjetivamente com enfoques mentais adequados.

Apesar de que a lógica Aristotélica, e o método experimental desde Francis Bacon, nos dão ferramentas que indicam o caminho que o raciocínio deve seguir, devemos cuidar de levar em conta a Semântica ao ler traduções literais de escrituras antigas, cuidando ainda de evitar as traduções para a linguagem de hoje, feitas por tradutores que não tem a menor experiência das práticas das habilidades psíquicas sugeridas nas escrituras, e estes tradutores, com a falta de uma base objetiva que permita entender o subjetivo, fantasiam.

Considerando o oceano de Consciências humanas na atualidade, e os seus diferentes níveis de entendimento do Eu Básico ao Eu Superior, a dialética, a lógica formal, o arrazoado de quem busca o que seja provável, está potencialmente à disposição das massas.

A democracia atual permite empurrar as massas na direção da sabedoria disponível nas Universidades, mas a questão que se coloca é a de como fazer para que todos pensem e saibam analisar de modo correto.

A base do Ensino Médio é falha até na simples ordenação das ideias, como pontos de referência, o que dizer da lógica com razoabilidade, testando a probabilidade.

O mesmo se observa em sistemas organizados que empurram as massas para o Mundo Espiritual à base de sermões e discursos e sem a vivência das habilidades psíquicas que caracterizaram o Mestre Jesus.

Temos que considerar o que assistimos: que a Filosofia pode se tornar vazia de resultados práticos para o aqui e agora, e daí a tendência de fazer promessas para um futuro, tanto da parte dos políticos sociais como dos políticos religiosos. Possivelmente essa seja a causa da falência de muitas igrejas em um mundo onde a tecnologia progride, mas nas igrejas apenas predomina o discurso sem as experiências psíquicas possíveis.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.
Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.

Postado em : Consciência, Inteligência e Realidade

2 Comentários


    • Eliane de Mendonça Vieira
    • abril 19, 2016
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    Namastê

      • Alberto Barbosa Pinto Dias
      • abril 20, 2016
      • Responder
      • Cancelar resposta

      Thank You!

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