01º – Centro de Pesquisas e Procedimentos Pedagógicos Avançados

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Professor Alberto B. P. Dias, Licenciado, USP- 55.

 Assim como não há duas pessoas exatamente com o mesmo código genético e, consequentemente, não há duas com a mesma estrutura física e fisiológica, não há dois cérebros iguais na capacidade de receber informações, decodificá-las e perceber seu significado. Se assim for, não há duas pessoas que apresentem o mesmo nível de conscientização, nem o mesmo nível de desenvolvimento Mental e Psíquico.

É costume entender Inteligência como sendo a capacidade que um Sistema Nervoso tem de saber devolver a informação recebida sem distorções. Essa é a condição mínima, porque, além da conscientização referida no parágrafo anterior, há a capacidade de ordenação das ideias, de análise lógica e razoável, de avaliação com bom senso, de conotação de ideias, pensamentos e os consequentes questionamentos.

As crianças nascem instintivas e ignorantes. Na média, recebem informações e, as tomam como verdades até os sete anos; fazem deduções, mas são incapazes de análise crítica. Depois dos sete anos de idade inicia o processo básico de raciocínio do tipo humano, uma iniciação do processo dedutivo – indutivo e dos questionamentos.

Na média, dos sete aos 14 anos de idade continua o processo de acumular informações e o processo de desenvolver o raciocínio lógico dedutivo e indutivo. Aos 14 anos já consegue julgar o que é razoável e distingui-lo do que não seja razoável. Na média, dos 14 aos 21 anos, aprimora o processo acrescentando à consciência o que seja lógico razoável e provável e, distinguindo-o do que for pouco provável ou mesmo improvável, desenvolvendo assim o que se entende por bom senso ou, amadurecer.

Essa é uma condição ideal, mas não é observada em todos os adolescentes e talvez o seja em 30% dos indivíduos adultos. A razão disso é que nem todos têm a mesma oportunidade de receber informações e formação com treinamento para raciocínio lógico, fazendo análises com avaliação para questionamentos. Quando o questionamento é introspectivo, pode haver um insight, um “clarão” de introspecção.

Os cérebros normais apresentam no mínimo quatro tipos de circuitos neurológicos básicos para acionar os procedimentos mencionados nos parágrafos anteriores. A troca de ideias é feita através da elaboração de razões lógicas e até razoáveis. Uma razão lógica deve ser coerente com as demais.

Quando alguém questiona, elabora uma razão lógica e até razoável no sentido contrário da primeira. Quando dois cérebros se questionam, sendo que estão no mesmo nível de informação, percepção e consciência, fazem pensamentos abstratos a partir das razões que se contraponham. Se os dois cérebros estão em nível diferente de consciência, a troca de ideias ou se transforma em discussão, ou, agressão verbal e até ações anormais quando há falta de entendimento e compreensão.

Isso também ocorre porque um número limitado de cérebros, por natureza, ou por treinamento, aprendeu a usar outros circuitos neurológicos que permitem trabalhar com um nível de Consciência Superior a qual permite uma visão subjetiva mais ampla. Esse fenômeno caracteriza a Inteligência Superior que alguns consideram como Inteligência “Espiritual”.

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista. USP, 1955.

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